A minha nova vida de acompanhante – Parte 2

Desde muito cedo que fui percebendo que os sites de anúncios acompanhantes iam ser um grande aliado. Comecei desde logo a experimentar a eficácia deles vs o preço. A primeira conclusão que cheguei é que os sites típicos de acompanhantes eram tremendamente caros e eu não tinha dinheiro e tão pouco estava a facturar para poder dispensar uma quantia tão grande sem saber sequer se eles davam muitos contactos ou não.  Então decidi por começar a anunciar em portais de encontros generalistas e que alem de anúncios de acompanhantes também tinham anúncios de pessoas normais que simplesmente procuravam sexo. Foi que encontrei 3  ou 4 sites de anúncios de encontros bastante interessantes mas a maioria era muito confuso e cheio de banners por todo o lado e cheio de janelas popup a saltar.

Os clientes que eu procurava de certeza que não iam a este tipo de sites. Estes sites eram frequentado por pessoas que não tinham a sensibilidade e a educação que eu procurava. O Anúncios Intimos inspirou-me muita credibilidade e era tremendamente rápido, simples e em telemóvel era fácil de consultar. Vi que era um site de anúncios gratuito e além disso também tinham a possibilidade de destacar os anúncios por um mês a um preço justo e directo. Os outros ou não tinham pagamento directo ou usavam um sistema confuso de pontos para destacar. Uma confusão. Mas eu optei por não gastar dinheiro. Coloquei o meu anúncio com as minhas fotos bem sugerentes e lá experimentei a versão gratuita. No primeiro dia que coloquei o anúncio recebi imensas chamadas e que fui atendendo e fazendo a triagem de clientes que me interessavam. Conversei imenso com homens diferentes e também me excitei com um deles e acabei a masturbar-me e a fazer sexfone. O primeiro dia correu muito bem e despachei aqueles que só queriam mandar uma queca com uma novinha a troco de meia dúzia de euros. Durante o resto da semana continuei a receber imensas chamadas embora que foi diminuindo gradualmente. Claro que o anúncio ia baixando nas listagem e por isso chegavam menos clientes. Ao fim de uma semana já tinah seleccionado 5 bons clientes que tinham chegado até mim a custo zero. Impressionante

A minha nova vida de acompanhante

Quando fui para a Universidade em Lisboa, rapidamente percebi que a vida na capital ia ser muito complicada. Muito mais que na minha pequena vila do interior. Ia ser complicada por muitos motivos, mas o principal era a grande falta de dinheiro. Os meus pais todos os meses me davam a mesada e pagavam as despesas todas, mas, Lisboa era muito cara e cheia de atracções. Eu queria viver em pleno durante os cinco anos que ia estar em Lisboa a estudar. Queria fazer o curso em cinco anos, mas também queria viver bem e com qualidade. O dinheiro da mesada não ia chegar a nada e eu precisava urgentemente de arranjar um partime que fosse muito rentável mas ao mesmo tempo que me ocupasse pouco tempo. Procurei nos jornais, sites de empregos, sites de anúncios mas não encontrei nada que se encaixasse. Todos os trabalhos eram pagos miseravelmente e ocupavam a maior parte do dia. Eu de dia queria ter uma vida normal de estudante.

Um dia fui parar, por acaso, a um site de acompanhantes e eis que me salta uma ideia na cabeça. Podia tentar ser acompanhante em Lisboa. Mas tinha de ser uma acompanhante de luxo, mas dentro de luxo no nível mais superior. Tinham de ser clientes muito ricos e que pagassem mesmo muito bem. Não ia ser acompanhante por meia dúzia de euros. A ideia era ter 2 a 3 saídas por semana e conseguir arrecadar  mais de dois mil euros por semana. Ia ser difícil encontrar homens para este tipo de valores. Mas por outro lado também sabia que esses homens existiam e por isso só tinha de fazer tudo para os encontrar e concentrar-me apenas nesse nicho de homens ricos que gostavam de acompanhantes jovens e distintas. Eu era uma mulher muito bonita e com um corpo escultural. O meu decote não deixava ninguém indiferente. 🙂

A primeira coisas que fiz foi começar a publicar anúncios de acompanhantes em sites de encontros. Nunca coloquei em jornais porque o tipo de clientes que eu procurava não lia o Correio da Manhã.  Eu queria homens a sérios, homens com muito dinheiro, que na maioria dos casos eram casadas mas procuravam um aventura extraconjugal de fazer e esquecer. Assim comecei a tirar algumas fotos eróticas e comecei a fazer a selecção de clientes. Ao fim de algum tempo comecei a seleccionar um pequeno grupo de clientes casadas e na sua maioria empresários com um grande poder económico.